sábado, 28 de dezembro de 2013

Pós-graduação em Psicologia da UFRN abre inscrição para mestrado

Programa tem inscrições abertas até o dia 13 de janeiro de 2014.
São 47 vagas para mestrado, sendo 5 delas destinadas à demanda interna.

Do G1 RN
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O Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está com inscrições abertas para mestrado para o ano letivo de 2014. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de janeiro de 2014.
Para se inscrever, o candidato deve acessar o endereço eletrônico: www.sigaa.ufrn.br e selecionar as opções: Processos Seletivos / Processos Seletivos - Stricto Sensu / Psicologia. Os inscritos devem obrigatoriamente possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF), documento de identificação (RG) e preencher todos os campos obrigatórios do Formulário de Inscrição.
O Programa oferece 47 vagas para mestrado, sendo 5 vagas destinadas à demanda interna da UFRN (técnicos administrativos e docentes do quadro permanente). Os técnicos administrativos e docentes da UFRN podem também concorrer às vagas da demanda externa, a opção deve ser feita no ato da inscrição online.

Mais informações e o edital completo podem ser encontrados AQUI.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O Psicólogo

Grupo de apoio e ajuda mútua Bem Viver
A psicologia é um campo fascinante para quem se interessa pelo conhecimento da mente humana. O psicólogo  atua nas mais variadas esferas profissionais, mas sempre no campo científico, pois deve ficar claro que a Psicologia é uma ciência. Este profissional pode escolher, entre outras áreas, a Psicologia Social, a Psicometria, a Psicologia Experimental, incluindo os estudos comportamentais, a Psicologia do Desenvolvimento, a Metafísica, a Neuropsicologia, a Psicopatologia, dentro das diversas teorias existentes, ou criando outras teses, tudo voltado para a Psicologia Aplicada – justamente a aplicação das elaborações teóricas nestas esferas específicas.
Esta profissão foi regulamentada em 27 de agosto de 1962, pela lei 4119, que também rege os cursos de formação nesta área. O psicólogo estuda os processos mentais e comportamentais do homem, interage com a medicina, a educação e as empresas industriais, nos problemas que envolvem aspectos psicológicos, indicando o tratamento mais eficaz em cada caso pesquisado; realiza experiências e investigações acadêmicas em seres humanos, com o objetivo de detectar suas facetas mentais e orgânicas; observa o predomínio, na mente e no comportamento do indivíduo, de fatores hereditários e do contexto ambiental; realiza o diagnóstico, o tratamento e a profilaxia de perturbações da personalidade e das emoções, bem como das situações de falta de adaptação a determinados meios sociais; aplica testes psicológicos, entre outras atividades.
Assim, o psicólogo pode trabalhar em clínicas, escolas, órgãos sociais, políticos, jurídicos, nos meios artísticos, nos recursos humanos das empresas públicas ou privadas, nos campos da publicidade, do marketing e da propaganda, da saúde – hospitais, ambulatórios, centros e postos de saúde -, da educação, do trabalho, e em comunidades, Ongs, creches, sindicatos, fundações, juizados de menores e nas varas de família, penitenciárias, associações profissionais e esportivas, entre tantos outros locais. Como se vê, este profissional tem diante de si um vasto campo, não é necessário ter recursos financeiros para iniciar o exercício desta profissão, pois não é apenas nos consultórios que é possível encontrar este especialista. Aliás, ele também pode lecionar, tanto no ensino médio, quanto em faculdades, além de produzir pesquisas acadêmicas em Universidades, multiplicando desta maneira o arsenal teórico necessário para compreender melhor o ser humano, e então tratá-lo de maneira mais eficaz.
A Psicologia Aplicada pode ser encontrada nos mais variados setores sociais, embora a esfera clínica seja seu aspecto mais conhecido. Grandes teóricos contribuíram para o destaque deste campo profissional, tais como Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise; seu discípulo, depois opositor, Carl Gustav Jung e Carl R. Rogers, atuantes no setor clínico; Kurt Lewin; J. L. Moreno; Alfred Adler; Skinner; D. W. Winnicott; Erich Fromm; Fritz Perls; Ivan P. Pavlov; Jacques Lacan; Jean Piaget; Vigotski; John B. Watson; Melanie Klein; Wilhelm Reich, entre tantos outros.
O psicólogo, como ferramenta da Psicologia, pode oferecer uma melhor qualidade de vida às pessoas, ajudando-as a encontrar o autoconhecimento. Para tal, ele deve também se conhecer bem e buscar o próprio equilíbrio, recorrendo inclusive a um terapeuta, para manter uma certa fortaleza mental. Cabe a este profissional ouvir, observar, analisar as pessoas, não julgá-las, dar conselhos ou tomar por elas decisões fundamentais de suas vidas. O mais importante é que o psicólogo tenha suficiente sensibilidade para refletir junto com o paciente e ajudá-lo a encontrar seu caminho, seu verdadeiro eu.

Fontes:
http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/030822_psy_psic.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia#O_que_o_psic.C3.B3logo_faz.3F
http://www.ffclrp.usp.br/graduacoes/psicologiaeeducacao/psicologo.html

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Aula de Psicologia com Chaves: o caso dos ganhos secundários

Quando alguém passa por uma situação difícil (doença, violência ou alguma perda) é natural que se fragilize por um tempo. Nesse intervalo, as atividades cotidianas ficam um pouco de lado. Mais tempo na cama, um pouco de manha e os cuidados e a atenção de quem está por perto são uma configuração temporária, compreensível e até necessária para o enfrentamento e a recuperação frente ao revés. É assim mesmo que tem de ser.
Quando a pessoa não tem uma carência prévia por atenção e afeto, esse curso de eventos transcorre normalmente mas, se existem carências significativas presentes, pode ocorrer a aprendizagem de um padrão comportamental ruim, que serve para manter o que os analistas do comportamento chamam de ganhos secundários.
O que são os ganhos secundários? Num episódio do clássico seriado mexicano Chaves (Chavo del ocho no original) há um surto de catapora na Vila. Chaves fica se lamentando ao Sr. Madruga por ser o único não contaminado pelo vírus da doença. Como ocorreria a qualquer interlocutor que ouvisse tal lamento, Sr. Madruga se surpreende com desejo tão paradoxal. Mas Chaves explica melhor sua lamentação e seu desejo por “pegar” catapora: “É que uma vez me levaram para o hospital porque eu estava doente e em um só dia me deram de comer três vezes”. Eu não conseguiria explicar de maneira mais clara o que são os ganhos secundários. Estar doente é pior do que estar saudável mas pode trazer ganhos que são secundários à doença; no caso do Chaves, três refeições num único dia.
Cena de episódio do Chaves: (Foto: Reprodução)
Cena do episódio de Chaves: o personagem argumenta que gostaria de pegar catapora porque no hospital comeria três vezes por dia (Foto: Reprodução)
Além de alimento, podemos ter carência por afeto, atenção, cuidados etc. E, como o Chaves, também aprendemos a manipular as situações para obter ganhos secundários. Lembro-me de um caso atendido por um grupo do qual eu fiz parte. Um garoto de 5 anos produzia lesões em seu próprio corpo sem uma causa aparente: cortava a própria pele, arranhava-se com a tampa de uma caneta, além de outras formas de lesão. Aos poucos, descobrimos que ele aprendeu que, ao se machucar, passava a ganhar atenção dos pais, normalmente muito ausentes por conta de suas carreiras. O trabalho de intervenção foi principalmente com os pais, que aprenderam a oferecer atenção ao filho em momentos adequados (brincadeiras, estimulação cognitiva) e diminuíram (de forma planejada na terapia) a atenção aos seus comportamentos autolesivos.
A questão dos ganhos secundários nos ajuda a refletir sobre como nos comportamos em qualquer dos dois papeis, o de quem demanda atenção e o de quem fornece atenção. Em situações difíceis, devemos ter cuidado para não permitir que um contexto de ganhos secundários se cristalize e atrapalhe nossas vidas. Se o revés foi conosco, temos de ter cautela para não barganharmos atenção excessiva dos outros. Se o revés foi com alguém próximo, temos de ter cautela para não reforçar possíveis tentativas de barganha. Lembro-me do que dizia minha professora de Filosofia (Salete da Silva Alberti) durante suas aulas na Unesp: “Você pode ajudar alguém a caminhar até o toalete. Só que você não pode fazer xixi por ele/ela”.
Para a catapora já há vacina. Para ganhos secundários ainda não. Cuidado e boa sorte!










Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/terapia/2013/12/19/psicologia-com-chaves-ganhos-secundarios/

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O deputado federal Romário brinca com boato sobre relação com transexual: "gosto de mulher"





Ex-camisa 11 foi visto de mãos dadas com Thalita Zampirolli (foto) Foto: Facebook / Reprodução
Ex-camisa 11 foi visto de mãos dadas com Thalita Zampirolli (foto)
Foto: Facebook / Reprodução

O ex-atacante Romário ironizou em seu Twitter os boatos de que estaria saindo com a transexual capixaba Thalita Zampirolli, divulgados pelo colunista Léo Dias no jornal O Dia desta terça-feira. Segundo Dias, Romário “foi flagrado deixando o Barra Music de mãos dadas” com Thalita, 24 anos.
No Twitter, o deputado federal tratou o assunto com bom humor. “Estão colocando mais uma na minha conta - só que dessa vez uma transgênero”, publicou ele, que apresentou a amiga e ironizou a grande repercussão que sua vida pessoal ganha.
“O nome dela é Thalita, gente boa, sangue bom, inclusive é minha camarada, minha parceira e de alguns amigos meus também”, afirmou o ex-camisa 11. “Agora, como (todo) mundo já sabe, notícias minhas, dependendo do objetivo, viram novela ou seriado. Vamos acompanhar para ver com quantos capítulos essa terminará e, o mais importante, como terminará”, completou.
Com uma postura que misturou o respeito e o bom humor, Romário descartou uma possível relação com Thalita. De quebra, afirmou acreditar ser alvo de polêmicas por conta de sua atuação como deputado federal.
“Com certeza, galera, casamento não vai rolar. Há algum tempo, disse que respeito o gosto pessoal de qualquer pessoa, mas volto a afirmar: eu gosto de mulher”, disse, indo além.
“Depois da política, passei a incomodar, mas realmente estou demais. Não sou sou candidato a cargo majoritário não, viu? Nem presidente, nem governador. Vou continuar fazendo as coisas que faço, indo para a noite, jogando minha pelada, meu futevôlei, indo para a praia. Feliz igualzinho”, encerrou.
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