quarta-feira, 13 de junho de 2012

Dilma: Brasil mostra crescimento econômico com respeito ao meio ambiente

A Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e deu as boas-vindas a todos os visitantes. Dilma disse que, no mundo ideal que nós queremos, cabe o alerta sobre a necessidade e compromisso entre todos os países participantes da conferência.

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"Que os povos dos países emergentes, que não partilharam dos frutos do desenvolvimento, possam partilhar deles através de um processo de inclusão. Isso é possível fazendo o país crescer e respeitando o meio ambiente", afirmou a presidente. "Nós não concordamos que o respeito ao meio ambiente só se dê em momentos de economia forte. Sobretudo em momentos de crise precisamos ter consciência de que não existe crescimento que não seja sustentável".
Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), responsável pelo planejamento e execução do espaço, o Pavilhão Brasil apresenta a evolução do desenvolvimento sustentável brasileiro. O objetivo é divulgar as políticas públicas voltadas para a sustentabilidade ambiental, social e econômica.
Reunindo destaques da evolução do desenvolvimento sustentável no Brasil desde a Conferência Rio-92 e apontando desafios para os próximos anos, a exposição foi organizada em cinco eixos temáticos: Inovação e Produção Agrícola Sustentável; Inclusão Social e Cidadania; Energia e Infraestrutura; Turismo, Grandes Eventos e Cultura; e Meio Ambiente.
No espaço que circunda o Pavilhão, haverá quatro áreas de exposição de programas de inovação, tecnologia sustentável e inclusão social, como os programas Minha Casa, Minha Vida, Água Doce e Cultivando Água Boa.
No discurso de inauguração do espaço, Dilma disse que era uma honra sediar a Conferência, cujo objetivo é "firmar compromissos com o futuro que todos queremos para nós e nossos descendentes".
"Abrimos o Pavilhão Brasil para mostrar ao mundo um pouco do que um país tem feito pelo desenvolvimento sustentável,  alguns dos avanços do país em termos de crescimento econômico e inclusão social, sempre com a mesma capacidade de buscar e uma grande consciência de que é necessário integrar o meio ambiente em nossas ações", acrescentou Dilma. 
"O meio ambiente não é adereço, faz parte da visão de incluir, de crescer, porque em todas elas queremos que esteja integrado para preservar e conservar", prosseguiu. 
"Queremos mostrar a todos as conquistas alcançadas e o nosso compromisso de redução da desigualdade com a justiça social".

Fonte:http://www.jb.com.br/

Sessão solene marca o início da Rio+20

 Fonte: Jornal do Brasil

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Começou oficialmente na manhã desta quarta-feira a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Uma sessão solene, no Riocentro, presidida pelo secretário-geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, marcou o início dos trabalhos. Mas, antes mesmo do início "oficial", o bloco da União Europeia já fazia reuniões internas de negociação.
O encontro, que ocorre 20 anos depois da Rio 92, deve reunir cerca de 130 chefes de Estado em sua fase final, para debater propostas sobre como aliar o desenvolvimento econômico à proteção ao meio ambiente e à inclusão social.
De hoje (13) até a próxima sexta-feira (15) ocorrem as últimas negociações sobre o documento que será levado aos chefes de governo. Trata-se da "Reunião do Comitê Preparatório da Rio+20". Entre os dias 16 e 19, o governo brasileiro organiza mesas de debate sobre temas ligados à sustentabilidade com especialistas na área, nos “Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável”. A fase final, chamada de “Segmento de Alto Nível”, com presidentes e líderes de governos, vai de 20 a 22 de junho.
Em entrevista ao Bom Dia Brasil, nesta segunda-feira (11), o embaixador Luiz Alberto Figueiredo falou sobre a importância de se estabelecerem metas globais para o desenvolvimento sustentável.
"Nós queremos que da Rio+20 saiam objetivos de desenvolvimento sustentável, que seriam metas globais de comportamento dos países para buscarmos finalmente a plena sustentabilidade do ponto de vista econômico, ambiental e social. Esse legado já será importantíssimo", ressaltou Figueiredo, que é o negociador-chefe do Brasil na Rio+20.
O embaixador ressaltou também que o objetivo da Rio+20 é discutir a agenda sustentável dos próximos 20 anos. Segundo ele, o desenvolvimento sustentável é necessário porque os atuais modelos de produção não estão conseguindo resolver as crises globais que estão surgindo.
"Essa Conferência é sobre desenvolvimento sustentável. Parece muito claro hoje que os modelos de desenvolvimento que estão sendo usados estão mostrando a sua incapacidade de resolver a crise e também estão gerando outras crises. Então, temos que ter um olhar mais abrangente sobre o que queremos para os próximos anos. Rio+20 não é apenas 1992 mais 20 anos, mas principalmente 2012 mais 20 anos", destacou.

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Transferência de renda
A execução de programas sociais de transferência de renda no Brasil será um dos grandes destaques das discussões. As autoridades brasileiras defendem que, durante a Rio +20, as medidas que tragam avanço no combate à fome e à pobreza sejam definidas. Ainda, espera-se fortalecimento do multilateralismo e das metas fixadas pela ONU para o milênio.
Especialistas acreditam que a conferência deve assegurar que os resultados dos esforços conjuntos só existirão caso haja atividades e programas que atendam às distintas realidades dos países, tanto os desenvolvidos quanto os em desenvolvimento.
As discussões sobre a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável devem ter como foco as áreas econômica, social e ambiental. Líderes políticos intensificaram, nos últimos anos, o diálogo sobre a possibilidade de pôr em prática programas voltados para o desenvolvimento econômico, o bem-estar social e à proteção ambiental, dispostos de forma conjunta.
Entre as propostas já apresentadas estão a reforma da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável (CDS), que tem como objetivo a execução das metas fixadas na Rio92. Além disso, há recomendações para reformas nas instituições ambientais internacionais, porque diversos líderes políticos argumentam que é necessário fortalecer o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
A intenção é garantir propostas que aumentem os recursos disponíveis ao Pnuma para a implementação de projetos em países em desenvolvimento. A reforma da estrutura do Pnuma deve levar em consideração o equilíbrio entre as questões sociais, econômicas e ambientais. Políticos, especialistas, representantes de organizações não governamentais, integrantes de comunidade indígenas, quilombolas e ribeirinhos estarão presentes.
As discussões da Rio+20 acontecerão em diferentes locais da cidade do Rio. Os políticos estarão concentrados no Riocentro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, equanto especialistas, pesquisadores e sociedade civil vão se revezar em debates no Parque do Flamengo, Museu de Arte Moderna, Forte de Copacabana e Parque dos Atletas.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Arena Fonte Nova tem 62% das obras concluídas

Arena Fonte Nova

 

Pra quem gosta de datas marcantes, anote aí: 12 de junho. Daqui a exatos dois anos, os olhos brasileiros e de todo o mundo estarão voltados para o estádio Itaquerão, em São Paulo. Às 17h, a bola da Copa do Mundo de 2014 vai rolar com a Seleção Brasileira em campo contra um adversário ainda não definido. Quer se programar para o evento? Será uma quinta-feira. Em Salvador, a Copa começa um dia depois, com a festa já emendada no final de semana.
 No gramado da Arena Fonte Nova, uma das maiores seleções do mundo jogará, já que a partida envolve o cabeça de chave do Grupo B. Dá até pra imaginar uma Holanda, Alemanha ou Inglaterra em campo...
Mas pra isso, muito trabalho ainda tem que ser feito. Por enquanto, ao contrário da Arena Fonte Nova, Salvador caminha a passos lentos. A única obra nova que terá impacto na Copa de 2014 e que já foi iniciada é o terminal de passageiros do Porto de Salvador. Aeroporto e metrô - excluindo as obras a linha 1 - continuam apenas no papel.
Se a mobilidade urbana ainda é interrogação, não se pode dizer o mesmo da Fonte Nova. O estádio, com capacidade para 50 mil pessoas, caminha a passos largos para ser um dos primeiros a ser entregues ao público e à Fifa, organizadora da Copa do Mundo.
Atualmente, o equipamento está com 62% das obras concluídas. A instalação da cobertura, que teve os trabalhos adiantados, já é bem visível, com as estruturas que apoiarão o teto, chamadas anéis de compressão, 50% prontos. Os cabos de aço e toda a estrutura de metal envolvidos já se encontram no pátio de obras que possui cerca de 3.300 trabalhadores em atuação 22 horas por dia, em três turnos.
Em termos da chamada superestrutura - que inclui a montagem de pilares, vigas,  lajes e arquibancadas - os trabalhos estão hoje em 98%, ou seja, bem perto da conclusão. As instalações elétricas e hidráulicas ainda estão em 30%, mas dentro do cronograma de entrega, previsto para dezembro deste ano.
Nos próximos meses, outras obras serão iniciadas. Em julho, as obras de acabamento, como pintura, azulejos e pisos. Em outubro, dois marcos importantes: a instalação dos assentos e o início do processo da construção do campo. (informações/Foto:Correio).
 
 
Fonte:http://www.brasilatualidades.com.br/2012/06/arena-fonte-nova-tem-62-das-obras.html

Earth Summit: Can Rio +20 solve world's environmental problems?


 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-GqNh48WKuc7R2Xb0ra2TtLG4SPCaYsnWppSQ0PJLFAXkQF5Yl5hyCWxq8pvMqwFqu7Y4cEiM8LgKPqEhOD6vMuvka-uWSxInUt-fZKgTAwPDuqn_WZyKXq3Z89h8YQYL30uNU_ZASaX7/s1600/Meioambiente,+sustentabilidade+e+rio+20.png

(CNN) -- Rio +20, a major international environmental conference held in Brazil this month, is being billed by its organizers as a "once in a lifetime" opportunity to safeguard our planet for generations to come.
For three days from June 20, scores of world leaders and tens of thousands of people from all over the world will descend on Rio de Janeiro in the hope of reaching consensus on how to achieve this.
Some critics have already dismissed the event as a hugely expensive talking shop that stands little more chance of succeeding than previous environmental summits. Others are more optimistic.
Here we look at some of the key issues surrounding the conference.

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihyrG2a_h37AdEApDpLx3s514ZcbjRFZBmuZBo0DbIkQ3VKEQsVDjQXQb4oYRcU2KeQdULD8s-bpGdOYmlCAjfcnuBUU0tjuIufwViOiR8vsgTzjy9HZX00dyqG1lnN8kC03ejmILYzc3z/s1600/copa+2014+ssa.jpg

What is Rio + 20?
Rio+20 is a three-day summit that takes place from June 20 - 22, organized by the United Nations to tackle environmental issues. Its name signifies it is being held in Rio de Janeiro 20 years after a similar "Earth Summit" in the same city. The biggest U.N. conference in years, it is being billed as a major effort to improve mankind's relationship with the planet. Thousands of people are expected to attend.


 http://www.seppir.gov.br/destaques/rio20banner


Who will be there?
The 1992 event was attended by U.S. President George H.W. Bush and green campaigners say this year's summit is so important it should attract his successor. In reality, President Barack Obama is unlikely to show. British Prime Minister David Cameron, German Chancellor Angela Merkel and the entire European Parliament have also declined to turn up.
Russian President Vladimir Putin and his French counterpart Francois Hollande have confirmed they will be going. U.N. Secretary General Ban Ki-moon will also be there. Also present will be representatives of so-called "stakeholder" groups deemed crucial for future environmental decision making. These include organizations speaking for children, indigenous peoples, workers, farmers and the business sector.
A huge security operation will also be deployed to safeguard the summit. In all an estimated 50,000 people are expected from 190 countries, including 130 leaders.

 http://download.ultradownloads.com.br/wallpaper/45456_Papel-de-Parede-Rio-de-Janeiro-Brasil_1440x900.jpg
 
What will they talk about?
The summit will essentially look at how to safeguard global economic growth without destroying the planet in the process. It also aims to ensure that any new environmental policies will transcend international borders. Within these goals, there are key areas of discussion, including food security, water and energy -- and a focus on developing countries.
 
Drafting an agenda and getting everyone to agree to talk about it is has not been easy, however. Ahead of the summit there have been weeks of haggling between participants. With so many vested interests, organizers have struggled to whittle down hundreds of pages of recommendations and goals into a manageable document.
Why is it important?
The world's environment has continued to suffer since the 1992 summit. The World Wildlife Fund's recent Living Planet report said the ever-swelling global population is still consuming far more than can be replenished.
The report said there was a widening and "potentially catastrophic" gap between the ecological footprints of rich and poor nations. Global consumption of natural resources, carbon emissions and poverty have all continued to increase. Although some contest such claims, scientific research points to a steady rise in world temperature which, if unchecked, is forecast to have catastrophic consequences for the planet.
What do organizers hope to achieve?
It is hoped that the conference will produce, or at least lay the groundwork for, a set of sustainable development goals that can be adopted worldwide. These will set targets for consumption and production and put in place a system of checks to ensure they are met.
Reports quoting documents leaked ahead of the summit suggest that countries will be asked to sign up to 10 separate goals. These could include a deal on protecting oceans, the establishment of a powerful global agency for the environment, financial support to encourage sustainability for poorer nations and the appointment of an ecological high commissioner.

 http://sorridentsfranchising.files.wordpress.com/2011/03/foto-rio-de-janeiro.jpg

Will they succeed?
Realistically, the best that can be hoped for is that Rio +20 will be the start of a process that leads to some or all of these goals being met. Few expect hard and fast policies to be put in place after three days of discussion and the likelihood is that participants will sign up to a document committing themselves to further action in the future.
What is open to question is how effective that document will be given the struggle to build consensus ahead of the conference. The absence of key players like Obama has cast a shadow, as has the relative failure of the 1997 "Kyoto Protocol" on limiting greenhouse gases, which was set in motion at the 1992 Rio summit.
There are also numerous sticking points. Wealthy and poorer nations are likely to argue over sharing the burden of cutting carbon emissions. There have been concerns over the exclusion of references to basic human rights, such as access to water. Environmental monitoring methods are also expected to spark dissent.
Pessimists say any agreement will be negated by the compromises needed to win universal approval. U.N. chief Ban Ki-moon says he remains optimistic that "a once-in-a-generation opportunity to make real progress towards the sustainable economy of the future" will not be squandered in Rio.
 http://sustentabilidade.atarde.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/11/sustentabilidade.jpg
 http://www.salvadorbahiaguide.com/images/farol.jpg
Fonte:http://edition.cnn.com/2012/06/08/world/americas/rio-20-earth-summit-explainer/index.html?hpt=ila_t4
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