segunda-feira, 21 de abril de 2014

Redes sociais e relações interpessoais – qual o impacto?


Ao aderir a uma rede social, tal como o Facebook, estabelecem-se diversas relações e conexões com pessoas que podem ser, ou não, do leque de amigos do dia - a - dia. Será que o tipo de relação estabelecida pessoalmente é semelhante ao tipo de relação estabelecida virtualmente? Será que se responde de forma igual perante uma discussão acesa sobre um tema se se estiver em contexto presencial ou se se estiver a discutir virtualmente?
Um estudo da Universidade de Haifa, em Israel, demonstra que, no contacto pessoal, a pessoa tende a ser mais afável que no contacto virtual, podendo neste último apresentar-se como crítica, arrogante, agressiva e menos tolerante. O que este estudo conclui é que estas mudanças ao nível da relação interpessoal podem dever-se à ausência do contacto visual, ou seja, não olhar “olhos nos olhos” da pessoa com quem estamos a conversar ou a discutir uma ideia. Como se chegou a estas conclusões? Os investigadores observaram 71 díades de estudantes universitários que não se conheciam pessoalmente, enquanto estes debatiam um tema através de um chat (programa de mensagens instantâneas), numa rede social. No entanto, nem todas as duplas tinham as mesmas condições para a discussão do tema: uns conversavam apenas pelo chat (sem se verem), outros conseguiam ver, por webcam, as mãos e uma pequena parte do rosto do outro participante e outros tiveram acesso livre à imagem, também por webcam, do rosto total do interlocutor e do seu olhar. Mesmo não se conhecendo entre eles, aquelas duplas que mantiveram a conversa e a discussão tendo acesso livre ao rosto do outro revelaram-se menos críticas e impessoais nas respostas dadas e discutidas.
Assim, compreende-se que o contacto visual é fundamental para o processo de empatia, de ter a capacidade de se colocar no lugar do outro e manter uma conversa ou uma discussão dentro dos limites da sua própria liberdade. Apesar de ser um grande avanço tecnológico e de apresentar-se com inúmeras vantagens, parece que as redes sociais podem prejudicar a capacidade de relacionamento interpessoal. Para evitar que tal aconteça, não se esqueça que antes não havia Facebook mas sim cafés ou jardins onde se encontrava com os seus amigos, para saber novidades e discutir ideias. Espaços estes que não podem ser substituídos pelo feed de notícias, perfis ou pelos murais, que devem ser mantidos atualizados e cuidados tal como mantém o seu Facebook. Cuide das suas relações!
Fonte: Mente e Cérebro

sábado, 19 de abril de 2014

Eis o grupo mais isolado (e hostil) da Terra, que se recusa a entrar em contato com o resto do mundo


O povo da Ilha Sentinela do Norte, na baía de Bengala, é o grupo mais isolado do mundo. A pequena ilha existe a cerca de 60.000 anos, e até agora resistiu a todas as tentativas de se comunicar com o mundo exterior - muitas vezes violentamente.
 Essas tentativas de contato já em grande parte terminaram, a fim de proteger a tribo de doenças. 


Muito pouco se sabe sobre eles. Assim como outros grupos Andamanese, eles são entendidos como caçadores-coletores, mas a sua língua e cultura são desconhecidas, assim como o número de indivíduos que vivem na ilha.
Em 2006, os habitantes da ilha foram os responsáveis ​​pela morte de dois pescadores que estavam ilegalmente caçando na área. Os esforços para recuperar os corpos foram frustrados quando uma chuva de flechas foi disparado contra um helicóptero, forçando o piloto a abandonar a sua aterrissagem. 
Os sentinelenses são tão hostis que a ilha foi considerada o local mais perigoso do mundo para se visitar. Eles são descendentes diretos dos primeiros seres humanos que surgiram no continente africano. [TheIslandReview]

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Descoberto o 1º exoplaneta do tamanho da Terra em zona habitável

Kepler-186f orbita estrela anã a cerca de 500 anos-luz da Terra. Sua distância do astro permite que tenha água em estado líquido.

 

Cientistas anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar de tamanho similar ao da Terra e onde pode existir água em estado líquido, o que, em tese, o torna habitável.
O exoplaneta, denominado Kepler-186f, foi identificado por pesquisadores da Nasa usando o telescópio Kepler, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (17) na revista científica "Science".
"A intensidade e o espectro da radiação do Kepler-186f o colocam na zona estelar habitável, implicando que, se ele tiver uma atmosfera como a da Terra, então uma parte de sua água provavelmente está em forma líquida", diz o estudo. O telescópio Kepler permite identificar planetas em sistemas distantes medindo a quantidade de luz que eles bloqueiam quando passam na frente das estrelas que orbitam, ou seja, o equipamento não "enxerga" o planeta diretamente.
O Kepler-186f, que orbita a estrela anã Kepler-186, fica na constelação do Cisne, a cerca de 500 anos-luz da Terra. Ele é o quinto e mais afastado de um sistema de cinco planetas, todos com tamanho parecido com o da Terra.
"É extremamente difícil detectar e confirmar planetas do tamanho da Terra, e agora que encontramos um, queremos encontrar mais", disse em uma teleconferência Elisa Quintana, pesquisadora do Instituto para a Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI).

Descobertas do Kepler
 
Em fevereiro, a agência espacial americana anunciou que o telescópio Kepler, que orbita a 149,5 milhões de quilômetros da Terra há cinco anos, tinha acrescentado 715 exoplanetas à lista de mil corpos que orbitam estrelas a uma distância que torna possível a existência de água e, portanto, de vida.
A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.

Ilustração da Nasa mostra comparação entre a Terra e o Kepler-186f (Foto: Nasa) 






Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/04/cientistas-descobrem-1-exoplaneta-habitavel-do-tamanho-da-terra.html

‘Fórmula da felicidade’ existe, afirma psicólogo

 


   Passar um tempo ao lado dos “mais chegados”enquanto estamos em contato com a natureza é uma maneira eficaz de ampliar a sua felicidade, garante o Ph.D da Universidade de British Columbia (UBC), Mark Holder. O especialista lançou a novidade às vésperas do Dia Internacional da Felicidade — 20 de março. Sim, desde 2012 existe até o dia da felicidade! Mas será que isso tudo não passa de papo furado?

   Mark é professor de Psicologia da UBC e atualmente lidera uma equipe de pesquisa que identifica os fatores que contribuem para a felicidade em crianças, tais como o temperamento, as relações sociais e a espiritualidade. Sua equipe também investiga estratégias para aumentar a felicidade em adultos. "Tradicionalmente, a psicologia foca no que há de errado com você e como podemos corrigir isso", diz Holder. "Mas nós estudamos o que há de correto em você e como promover isso."
  Fonte: Think StockQuem pode ser feliz?
Não existe apenas uma estratégia para este propósito. O que faz uma pessoa feliz pode não funcionar para outra pessoa. Em geral, aqueles que dão prioridade e cultivam suas relações pessoais são mais felizes. Mais importante do que o número de amigos é a qualidade desses amigos.
   Além disso, aqueles que são mais felizes geralmente são pessoas que gostam de interagir e apreciam a beleza da natureza; pessoas que se exercitam, são voluntárias, e têm hobbies. São indivíduos que também têm objetivos claros, os quais muitas vezes envolvem ajudar os outros e melhorar a sua comunidade. Outra coincidência é que essas pessoas são mais propensas a terminar aquilo que começam — elas vão até o fim para concluir seus objetivos. A espiritualidade também está ligada à felicidade.
  Fonte: Think StockInvista seu tempo em atividades positivas
Quer ter mais bem-estar na vida? Fazer atividades que estão diretamente relacionadas à felicidade já é um ótimo começo. Por exemplo, você pode andar de bicicleta com um membro da família ou tirar aquele par de patins do guarda-roupa e ir para a pista com algum amigo. Isso vai contribuir pra que você se exercite enquanto passa um tempo com aqueles que mais gosta; tudo sem deixar de contemplar a natureza, é claro.
   Fonte: Think StockQual a “ciência da felicidade”?
Com uma visão mais aberta do potencial, das capacidades e, principalmente, das motivações da existência, a psicologia positiva defende uma posição ousada na ciência: a de melhorar o ser humano. Para Holder, as abordagens tradicionais em áreas como a psicologia e a medicina tendem a se concentrar apenas em déficits e disfunções. O questionamento seria usado pelos pesquisadores somente para descobrir o que há de “errado” com você e como isso pode ser “corrigido”.
    Apesar de nobre e admirável, a iniciativa ignora um detalhe crucial: contemplar o potencial da psique humana não necessariamente indica a resolução de um mal presente. Em outras palavras, levar em conta apenas qualidades de uma pessoa não é estratégia para eliminar seus defeitos. E pra você, caro leitor, existe alguma formula para a felicidade?








Fonte:https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/f%C3%B3rmula-da-felicidade-existe-afirma-psic%C3%B3logo-053931268.html
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