domingo, 11 de agosto de 2013

Pai

Quero agradece , o melhor pai de todos , que sempre está ao meu lado, que me ama do jeitinho que sou, e que até sua repreensão é amorosa;Um pai que surpreende , que me entendi e que todas as vezes que eu merece castigo ele me deu AMOR! Ele é o pai de todos os pais, o soberano , grande ,forte.

Te agredeço ó Deus pelo o seu afago nos momentos de dor, por me proteger a cada minuto me guiando por caminhos que conduz a vida...Sem te eu não seria o que sou, não teria o que tenho, não estaria onde estou.Obrigado meu PAI em ti eu aprendi o sentido da vida!

sábado, 3 de agosto de 2013

Mídia e psicologia: a influência no comportamento do consumidor pós-moderno

Não há como discordar que a sociedade, nos últimos anos, evoluiu em vários sentidos. O modo como as pessoas consomem, sem dúvida, foi um dos mais influenciados pelo capitalismo. Na realidade, o consumidor sempre fora crítico, especialmente agora, na pós-modernidade, onde há exigência profícua por qualidade, embora a perenidade dos produtos não seja aquela de antigamente. 
Mesmo com um consumidor mais inteligível culturalmente, a manipulação e desfiguração de conteúdo ainda persistem. Em pleno século XXI, as empresas, estrategicamente, estimulam a aquisição de novas mercadorias, independentemente da constatação de necessidade. Mas não agem sozinhas, é claro! Com anúncios persuasivos de objetos cada vez mais modernos e práticos, a mídia (sem generalizações) cumpre um papel indescritível quanto à divulgação/publicidade. 
A interferência da mídia em quaisquer etapas do processo de escolha e compra, estabelecido pelos teóricos, como Kotler (2000), não tem contribuído positivamente com os consumidores. Anúncios publicitários difundidos erroneamente na TV, por exemplo, põem em risco não só a empresa que oferece os serviços, mas também a credibilidade do veículo. Afinal, muitos clientes – quando confiam na marca e são pegos de surpresa por inconveniências pós-compra – também levam em consideração o meio pelo qual se informaram para chegar a tal conclusão. Isto é, o veículo de comunicação que divulga propaganda enganosa de empresas desprovidas de ética e respeito ao cidadão ou que nunca cumprem na totalidade as garantias e os bens oferecidos, provavelmente sofrerá com a renegação por parte dos consumidores insatisfeitos. 
Mesmo que o consumidor esteja exercendo seu papel de fiscalização, especialmente devido à explosão da internet, ainda é vítima de organizações fraudulentas ou simplesmente que exploram e instigam o princípio do prazer (ID, Teoria de Freud). Parte da mídia, vale lembrar, incorpora literalmente o mundo capitalista e, infelizmente, não poupa seu público dos efeitos degenerativos das campanhas comerciais. O consumidor da pós-modernidade, logo, é ligeiramente enganado por propagandas que estimulam o consumo desenfreado e não medem esforços para alavancar produtos ‘mais eficientes’, ‘duradouros’ e ‘avançados’. A crítica perde a razão e as pessoas, a priori, começam a acreditar mais no simbólico do que no valor agregado.
No artigo O Indivíduo e a Família na Sociedade de Consumo Pós-Moderna, a psicóloga Adriana Preto pontua que “[...] a mídia exerce um importante papel na formação da cultura atual da sociedade do hiperconsumo”. A terapeuta também sugere que a mídia passe a divulgar conteúdos de responsabilidade social e educacional, assim cooperando com o conhecimento e o saber. A verdade é que a mídia pouco corrobora em estimular um consumo sustentável e racional, já que ela é parte do jogo de interesses do mundo corporativo. 
Aliado à vulnerabilidade da Comunicação, o fator psicológico, outrora, também determina significativamente o comportamento do consumidor. A emoção transmitida pelas ‘mensagens perfeitas’ e o desejo de saciar alguma necessidade do inconsciente ditam com mais propriedade que a razão. A psicologia social estuda – e instintivamente analisa – os motivos pelos quais as pessoas adquirem bens necessários ou não. 
O sentimento dos consumidores é decisivo nas compras coletivas e individuais. Estudiosos da área relatam que pessoas, no auge do estresse do cotidiano, tendem a fugir da realidade (princípio do EGO) buscando refúgio e conforto por meio das compras. A expectativa é cultivar prazeres através do ato de consumir e diminuir a ânsia e as tensões propiciadas pelos problemas decorrentes do dia a dia. Essa teoria é válida. Porém, os desejos momentâneos nem sempre são satisfatórios, principalmente após esse período efêmero, podendo ocorrer até uma dissonância cognitiva, ou seja, um sentimento de remorso do cliente. Essa falsa sensação de autoestima e hedonismo têm uma durabilidade curta e o austero choque de realidade frustra ainda mais os planos. Para o professor doutor Fabiano Dolenc Del Masso, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, “[...] o consumidor possui uma forma de esquizofrenia simbólica, pois os objetos de consumo são reais, mas as suas significações são irreais”. 
A liberdade para adquirir ou apropriar-se de algo é facilitada repetidamente pelas condições de pagamento, isto é, empréstimos e financiamentos que escondem juros absurdos. De certo modo, os fatores psicológicos e a mídia interferem no comportamento do consumidor. De um lado, a excessiva carga de anúncios insignificantes que costuma invadir o íntimo dos compradores (e aqui citemos a má educação brasileira, centralizada no certo e errado, e não propriamente na crítica). De outro, as emoções, significações, o simbolismo e as justificativas sem fundamento. Tudo em favor do consumo irresponsável, que evidencia status, luxo, afeição, moda etc.   
Assim sendo, há de discordar que o consumidor seja tão esperto como muitas organizações e autores o definem. No entanto, é cabível avaliar que na pós-modernidade esse mesmo consumidor mudou suas atitudes arcaicas, tornando-se mais íntegro e fiscalizador, embora não o suficiente para se esquivar da frenética exposição de produtos e/ou serviços irrisórios. É óbvio que não podemos e nem estamos generalizando.
Por fim, o comportamento do consumidor não passa nem perto de ser estático; está em ampla ascensão e os elementos psicológicos, na grande maioria, são imprescindíveis na hora de se decidir uma compra. E quem aproveita dessas emoções e da própria descontração dos consumidores são as indústrias, que pregam, sem dó, a aquisição de bens como algo fantástico num mundo imaginário onde todos podem ter o que bem desejar.    
(Gustavo Marinho, jornalista, professor em Catalão (GO) e pós-graduando em Comunicação pela UFG)

Fonte: http://www.dm.com.br/texto/124874

sábado, 27 de julho de 2013

Ordem dos Psicólogos quer mais 750 profissionais nas escolas

Desde 1999 que o Ministério da Educação não faz colocações permanentes de psicólogos.
 
A Ordem dos Psicólogos defendeu esta quarta-feira que as escolas precisam de mais 750 profissionais a tempo inteiro, lamentando que não haja colocações permanentes no Ministério da Educação desde 1999.

“Nas escolas seriam necessários, de forma permanente, pelo menos mais 750 psicólogos, a nível nacional” para se atingir um rácio de “um por mil alunos”, disse Vítor Coelho, membro da direcção da Ordem dos Psicólogos e presidente da comissão de organização da 35.ª conferência internacional sobre psicologia escolar, que arranca no Porto nesta quarta-feira.
O responsável frisou que, em Portugal, as necessidades de psicólogos nas escolas “são permanentes, mas as colocações são pontuais”, não havendo “colocações permanentes no Ministério para psicólogos desde 1999”.
“Temos 176 psicólogos que todos os anos são contratados em Outubro e dispensados em Julho. Isto é um ciclo que dificulta muito a qualidade das intervenções (…) e o próprio aluno acaba por ganhar resistência a estes processos”, criticou.
Vítor Coelho também que um psicólogo a tempo inteiro na escola pode ajudar na orientação vocacional, na prevenção na área da saúde mental, no sucesso escolar, no combate às dificuldades dos alunos e na área das necessidades educativas especiais.
Ainda ao nível escolar, a ordem denuncia a situação 'sui generis', em que “a disciplina de Psicologia, muito procurada no secundário, é ministrada por professores de Filosofia”, estando mesmo vedada àqueles profissionais.
De acordo com Vítor Coelho, “uma pessoa que termina um curso de Filosofia, e que passa a estar habilitado para dar Psicologia, pode nunca sequer ter tido uma disciplina de Psicologia”.
Um estudo da ordem concluiu mesmo que seria possível ao Estado poupar 4,5 milhões de euros em salários se permitisse aos formados em Psicologia leccionarem aquela disciplina, substituindo os professores de Filosofia.
É precisamente para discutir o papel do psicólogo na escola que arranca no Porto a 35.ª edição da International School Psychology Association (ISPA) Conference, durante a qual se tentará também mostrar à sociedade os contributos dos psicólogos “nestes momentos difíceis”.
A conferência decorre até sábado na Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade do Porto e contará com a presença do presidente da ISPA Conference, Jurg Forster, e dos oradores Celene Domitrovich, Bill Pfohl, Alexander Grob e Luísa Faria.

Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ordem-dos-psicologos-quer-mais-750-profissionais-nas-escolas-1600457

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Símbolos máximos da Independência do Brasil, na Bahia.

As imagens do Caboclo e da Cabocla, símbolos máximos da Independência do Brasil, na Bahia, permanecem no Campo Grande até o dia 5 de julho, quando retornam a Lapinha. É momento que as pessoas levam pedidos e deixam aos pés do Caboclo.
E a gente quer saber: você já participou desta tradição, já rezou aos pés do Caboclo?



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