Professor pela vida inteira eu vou
cultivar tudo o que você "plantou"
em minha alma de aprendiz:
que o saber é bom para servir,
caminhar juntos é repartir e só com amor um coração bate feliz.
Professor pela vida inteira eu vou
me lembrar de tudo o que me ensinou:
que cada dia é um presente,
que o meu futuro eu posso construir,
que a razão é quem me ilumina,
e o coração me diz por onde devo ir,
que lutar por um sonho é escrever a própria história,
que os momentos com os amigos não se apagam da memória.
Aceite o meu amor e eterna gratidão,
vá com Deus por onde for, meu querido amigo Professor.
Vereador diz ser necessário que haja uma prevenção
(Foto: Andressa Barreto/Arquivo Portal Infonet)
O
vereador Max Prejuízo (PSB) utilizou a Tribuna da Câmara Municipal de
Aracaju (CMA) na manhã desta terça-feira, 24/9, durante o Pequeno
Expediente, para chamar a atenção para a necessidade dos profissionais
da área da psicologia e da assistência social nas escolas públicas
municipais e estaduais.
"É
necessário que o Poder Público inicie um processo de reflexão, pois só a
polícia na rua não resolve o problema de segurança. É preciso
prevenção", disse Max afirmando que o trabalho preventivo nas escolas
junto às crianças é um dos caminhos para o combate à violência.
Aguarda
parecer das Comissões para entrar na pauta de votação da CMA, Projeto
de Lei n°15/2013, de autoria do vereador Max Prejuízo, que dispõe sobre
os serviços de Psicologia Escolar e Assistência Social nas escolas da
rede municipal de ensino. Para o parlamentar, a psicologia escolar e a
assistência social são alternativas viáveis para trabalhar com o aluno
que apresenta dificuldades, tanto de aprendizagem quanto comportamental.
"Sabemos
que a violência nas escolas tem crescido muito nos últimos anos. Muitas
vezes a crise familiar, a crise doméstica, a falta de orientação e
perspectiva, a pobreza desumana, faz com que a criança e o adolescente
cresça carregada de problemas que vai refletir no seu comportamento na
rua. A inserção dos serviços de psicologia escolar e assistência social
na rede de ensino será um avanço significativo no relacionamento, não só
com os alunos, mas com os professores e os pais", concluiu Max
Prejuízo.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Comentários da matéria que devemos analisar. É a voz do povo.
Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam o pensamento deste portal.indignado
Concordo
com o Max, ele não esta dizendo pra deixar a educação de lado, ele esta
dizendo que essas medidas irão ajudar mais ainda a Educação, porque
certos pais em casa não cumpre a obrigação de pai, e deixam os filhos
sem orientação alguma nas mãos dos professores, e alguns destes
inclusive cometem crimes, então apoio sim o Max, pior é alguns
vereadores que não se preocupam de forma nenhuma com o coletivo, e sim
com seu próprio bolso.
É
preciso rever a qualidade do ensino Vereador Prejuízo: a qualidade é
triste! As crianças chegam à 5ª série sem saber ler direito. Primeiro
rever a qualificação de professores e depois observar se a qualidade do
ensino se melhorou, aí depois vem o seu projeto, concorda?
O abrandamento da subida de temperatura mundial que se vem
verificando há 10 a 15 anos não põe em causa as projecções de
aquecimento global a longo prazo mas é um quebra-cabeças para os
peritos.
É preciso explicar por que a subida da temperatura global abrandou REUTERS/Daniel Munoz (arquivo)
O Grupo Intergovernamental de Peritos para a Evolução
do Clima (GIEC), o órgão científico de referência em matéria de
aquecimento, vai declarar oficialmente nesta sexta-feira em Estocolmo
que a temperatura do globo já aumentou mais de 0,8 graus Celsius desde o
início do século XX e que continuará a subir ao longo do século XXI.
Mas esta constatação mais
do que repetida apresenta uma anomalia há dez a 15 anos: enquanto as
concentrações de dióxido de carbono (CO2), principal responsável pelo
aquecimento, continuam a aumentar, a temperatura da superfície dos
oceanos e dos continentes tende a estabilizar-se.
De facto,
segundo uma versão do resumo do novo relatório do GIEC, o ritmo do
aquecimento desde 1998, que foi um ano particularmente quente, terá
diminuído para 0,05 graus Celsius por década, contra 0,12 graus Celsius
em média desde 1951. O resumo vai ser debatido esta semana entre
cientistas e representantes dos 195 países-membros do GIEC, antes da sua
publicação formal na sexta-feira.
Os cépticos das alterações
climáticas já se apoderaram obviamente deste recente iato no aquecimento
global para questionar os modelos do clima e até contestar o contributo
humano para o aquecimento. Quanto aos climatólogos, lembram que a
tendência ao longo de várias décadas confirma as suas previsões. Para
mais, a última década foi a mais quente de que há registo e os outros
sinais de aquecimento não estão a marcar uma pausa: diminuição das áreas
de gelo, subida do nível do mar, eventos extremos…
Seja como for,
as causas desta estabilização não foram ainda completamente
desvendadas. Será ela devida à influência das partículas vulcânicas, que
reflectem os raios do Sol? Ou a uma diminuição da actividade solar? Os
estudos mais recentes destacam o papel dos oceanos, e a uma maior
absorção do calor em profundidade, e à influência fulcral do recente
arrefecimento do Pacífico equatorial
Uma ou duas vezes por século
O
Serviço Meteorológico britânico (Met Office) reconheceu este Verão que
esta “pausa” levanta “importantes questões sobre o nosso nível de
compreensão e de observação” do sistema climático e dos oceanos.
Contudo, conclui, “isso não invalida os modelos climatológicos”.
“Actualmente, a duração do fenómeno não é incompatível com os modelos”,
confirmou à AFP Laurent Terray, físico do clima do Centro Europeu de
Investigação e de Formação Avançada em Cálculo Científico (Cerfacs).
“Isso pode acontecer uma ou duas vezes por século. Se se prolongar por
duas décadas sucessivas, podíamos começar a perguntar se os modelos não
estarão a subestimar a variabilidade interna do clima” – isto é, a sua
variabilidade natural, acrescenta o investigador.
O problema, para
o GIEC reside no facto que muitos estudos sobre o tema são demasiado
recentes para terem encontrado o seu lugar no longo processo de síntese e
de validação na base do novo relatório destinado a esclarecer os
decisores políticos e económicos.
Em Estocolmo, desde
segunda-feira, as discussões têm incidido em parte sobre a maneira de
evocar esta “pausa”. E a julgar pelos comentários submetidos pelos
governos antes da reunião, a que a AFP teve acesso, as opiniões
divergem. Para a Noruega, o relatório “devia abordar a pausa actual de
forma mais explícita, explicando como o calor foi absorvido pelos
oceanos nos últimos 10 a 15 anos”. A China e os EUA também advogam a
favor de uma maior clareza na explicação da pausa.
Quanto à
Bélgica, deplora a utilização de 1998 como início de um qualquer período
de avaliação estatística, dado aquele ano, marcado pelo fenómeno El
Niño, ter sido excepcionalmente quente.
Mas será que o GIEC pode
manter o silêncio sobre esta questão? “Dada a atenção de que este tema
está a ser alvo, acho que o GIEC precisa de a abordar e de apresentar
claramente os factores para que os decisores percebam”, diz Aklen Meyer,
um dos responsáveis pela estratégia da Union of Concerned Citizens, um
influente grupo de reflexão norte-americano. O GIEC, sob pressão após a
detecção de vários erros no seu último relatório (de 2007),
“tornar-se-ia extremamente vulnerável a novas críticas, sinceras ou não”
se não falasse do tema, diz por seu lado Wendel Trio, director da ONG
Climate Action Network Europe.