segunda-feira, 21 de julho de 2014

Neymar "sugere" que jornalistas também procurem ajuda de psicólogos

Durante entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira , o atacante da seleção brasileira Neymar Jr. foi questionado sobre o tratamento que a equipe tem recebido da psicóloga Regina Brandão. Em leve tom de ironia, o jogador respondeu que os jornalistas também deveriam procurar auxílio da psicologia: "Faz bem para a vida do ser humano, não é?".


 
"Estou gostando bastante. Acho que não é só no esporte, no futebol, não somos só nós que estamos envolvidos com a emoção todos os dias, que temos que fazer a psicologia. Acho que eu até dou pra vocês [jornalistas] também procurarem fazer, por que faz bem! Para a vida do ser humano, né... O cara sai mais tranquilo, sai mais leve", disse Neymar, sorrindo, de acordo com o vídeo publicado pela Globo.

Nas redes sociais, diversos jornalistas se manifestaram contra e a favor da "sugestão" do jogador."Ele tem razão", disse o comentarista Silvio Luiz, da rádio Transamérica. Antero Greco também usou o microblog para rebater a opinião do atacante. "Muito bem, é legal análise. E que tal a seleção procurar mais bola? Será ótimo".
A jornalista Tatiana Vasconcellos, da rádio BandNews FM, disse que a questão foi "Melhor parte da coletiva do Neymar". Xico Sá também gostou da resposta. "De repente viramos 200 milhões de psicólogos. Boa resposta do @neymarjr. Nós jornalistas também precisamos de terapia. Quem não?".





Fonte:http://www.portalimprensa.com.br/noticias/ultimas_noticias/66644/em+coletiva+neymar+sugere+que+jornalistas+tambem+procurem+ajuda+de+psicologos

sábado, 19 de julho de 2014

Exploração infantil motiva sentimento de revolta na pessoa, diz psicólogo

O psicólogo angolano Carlinhos Zassala deplorou hoje, sexta-feira, em Luanda, o fenómeno exploração infantil, registado em diversas famílias, ao alertar que tal prática provoca na pessoa (quando adulta) um sentimento de revolta.

Carlinhos Zassala, doutor em Psicologia Social e da Personalidade, teceu tal alerta ao falar à Angop sobre o fenómeno exploração infantil.
“Uma pessoa que durante toda a sua infância foi explorada, quando adulta começa a comparar-se com as pessoas da sua idade que tiveram a oportunidade de amadurecer a infância e preparar um futuro risonho, o que cria nela um sentimento de revolta”, disse o psicólogo.
De acordo com o estudioso, devido a este mal, alguns filhos, quando os pais chegam à terceira idade, não têm a devida afeição por estes, uma vez que não os ajudaram no seu processo de socialização.
Este sentimento de revolta, segundo o psicólogo, deriva-se mais quando a pessoa na sua infância foi submetida a trabalhos que lhe causaram doenças profissionais ou defeitos na sua estrutura física.
 A seu ver, a exploração infantil é um trabalho realizado por crianças, mas que tem como beneficiários os adultos.
Por outro lado, aclarou, quando se trata de um trabalho doméstico onde os pais têm a obrigação de, desde a tenra idade habituar os filhos a terem o gosto pelo trabalho doméstico, não se está diante de um caso de exploração.
“Os pais têm a obrigação de criarem na criança o gosto pelo trabalho, mas com tarefas apropriadas a sua idade”, prosseguiu.
Quanto ao combate a este mal, Carlinhos Zassala destacou que pelo facto de cada caso ser um caso, não se pode tomar uma medida de forma linear, sendo primeiro necessário que se estudem as causas que impulsionam os pais ou adultos permitirem que as crianças façam trabalhos pesados.
“Alguns pais sentem que determinados trabalhos não poderiam ser desenvolvidos pelos seus filhos por causa da idade, mas como não têm outras formas de satisfazerem as necessidades básicas dos seus filhos toleram este mal”, avançou o interlocutor da Angop.
Destacou que o lugar da criança é na escola, pois esta constitui a maior máquina de socialização e de cidadania para qualquer nação.
Carlinhos Zassala actualmente é professor titular da Universidade Agostinho Neto, leccionando as cadeiras de Introdução à Pesquisa Científica; Orientação Escolar e Profissional, Psicologia Social; Psicologia Escolar e Problemas de Aprendizagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/sociedade/2014/6/29/Exploracao-infantil-motiva-sentimento-revolta-pessoa-diz-psicologo,e72b4995-ffe5-48fb-9db2-ef89f6037ec7.html

terça-feira, 15 de julho de 2014

O Projeto de Lei (3338/2008), (PL) das 30 horas para a Psicologia é aprovado e segue para sanção presidencial

O Projeto de Lei (3338/2008) que fixa a carga horária dos(as) psicólogos(as) em 30 horas semanais foi aprovado na câmara dos deputados no dia 15 de julho de 2014 e agora segue para a sanção presidencial.

A informação foi divulgada por Rogerio Giannini, presidente do SinPsi em sua conta no facebook. O sistema conselhos e a federação nacional dos psicólogos e grande parte da categoria se mobilizaram desde 2008 para aprovação deste projeto. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, o projeto traz benefícios a qualidade de vida, diminui problemas gerados pela natureza do trabalho dos psicólogos, impacta positivamente a qualidade dos serviços a população e a economia, dá vantagens oriundas a diminuição da jornada de trabalho e também maior isonomia em relação a outras profissões na área da saúde.


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Fenapsi e SinPsi presentes na aprovação do PL


A próxima etapa, a sanção presidencial, pode se tornar o maior desafio, já que é possível que a presidenta Dilma vete o projeto. Recentemente a presidenta vetou projeto similar para fonoaudiólogos.

Atualização: O Conselho Federal de Psicologia publicou uma nota sobre a aprovação

 

O Conselho tem se mobilizado desde o início da tramitação do PL no Congresso Nacional, em 2008, para garantir esse direito a milhares de psicólogos (as) do país. Na última semana, lançou mais uma campanha de mobilização pelo projeto, na qual os internautas foram convidados a apoiar o tema e pressionar os deputados pelo retorno do mesmo à pauta. Além disso, o CFP também mobilizou os Conselhos Regionais de Psicologia para auxiliar na tarefa.
O Projeto, que tramita no Congresso Nacional desde 2008, foi retirado de pauta em outubro do ano passado e necessitava apenas da aprovação da CCJC para seguir para a sanção presidencial. Ele foi aprovado pelo Senado Federal e na Câmara já obteve a aprovação unânime das comissões de Seguridade Social e Família; do Trabalho; de Administração e Serviço Público; e da Comissão de Finanças e Tributação.








Fontes: 
  • http://site.cfp.org.br/reducao-da-carga-horaria-de-psicologosas-e-aprovada-na-ccjc/
  • http://www.redepsi.com.br/2014/07/15/pl-das-30-horas-para-psicologia-e-aprovado-e-segue-para-sancao-presidencial/

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Psicologia do Esporte é levada a sério na Alemanha

Seleção alemã tem acompanhamento psicológico desde a base

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A seleção da Alemanha teve nesta quinta-feira (10) o primeiro treino, depois de saber com qual time vai disputar a final de domingo (13). E uma arma que eles pretendem levar a campo para enfrentar a Argentina é o equilíbrio emocional.
Já são quase brasileiros. Jogando o que seria quase futevôlei. Rede baixa, a bola pode dar um quique. Ao fundo, na bicicleta, o maior artilheiro das Copas com 16 gols. Klose, com seus 36 anos, não treina como os outros.
Nesta quinta-feira (10), ele mandou uma mensagem a Ronaldo. "Eu jogo na Itália e lá todos o consideram o maior atacante de todos. Foi um jogador incrível. Deve ter sido difícil para ele ver o recorde ser quebrado. Quando eu igualei a marca, Ronaldo disse: ‘Bem-vindo ao clube dos 15’. Agora eu posso dizer: quem quiser que seja bem-vindo ao clube dos 16", declarou.

Klose explica porque não vibrou tanto com recorde batido
Klose foi perguntado porque não vibrou tanto com o recorde. "As emoções são como líquido em uma esponja. Você deve absorvê-las e curti-las só no momento certo", ele respondeu.
A frieza faz parte da imagem que temos dos alemães. Mas para esse time a aparente ausência de emoção é de propósito. Para os alemães, a preparação psicológica é tão importante quanto a preparação física.
Primeiros minutos sob vaias no Mineirão foram treinados mentalmente
Hans Dieter Hermann é o homem que há 12 anos cuida da cabeça dos jogadores. "Tudo é importante. Desde o local que escolhemos como base. A música que escutamos. Tudo é voltado para a concentração. Assim como há treinos físicos todo dia. Fazemos atividades diárias para simularmos situações de pressão", ele explica.
No Mineirão, os primeiros dez minutos sob vaias. Foram discutidos e treinados mentalmente. Estavam preparados para entrar em campo como se não ouvissem nada.
Acompanhamento psicológico dos jogadores desde a adolescência
A Federação faz um acompanhamento psicológico dos jogadores desde as seleções de base. Assim, Hermann têm o perfil de todos. Desde quando eram adolescentes.
É o homem que mais influencia o técnico Joachim Löw pelo conhecimento que tem. "No futebol a mente também deve estar preparada", diz Hermann.




FONTE:http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/07/selecao-alema-tem-acompanhamento-psicologico-desde-base.html
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