terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Psicologia e administração: poderosas ferramentas para qualquer gestor

Reunir estes campos do conhecimento pode ser uma ferramenta útil para quem quer desenvolver estratégias efetivas nas organizações.

 

Em um tempo em que “de gestor e louco, todo mundo tem um pouco”, os dirigentes de organizações e projetos devem se atentar para todos os diferenciais que lhe permitam conduzir do modo mais racional possível as atividades pelas quais são responsáveis.
Vivendo em uma sociedade de incertezas, tecnologia, mudanças rápidas, globalização, sobrecarga de trabalho na maioria dos indivíduos e influência de uma rede multimídia de contatos; a psicologia emerge como uma ciência capaz de promover ao indivíduo, percepção holística de si mesmo e da realidade em que está inserido, permitindo-lhe intervir de forma ativa na sociedade e lançar um olhar analítico sobre os fenômenos que circundam sua existência.
Nesta perspectiva, mesclar psicologia e administração pode ser uma poderosa estratégia que, aplicada no cotidiano das organizações, permite compreender que existe um universo interior em cada um dos indivíduos com os quais você se relaciona. Além disso, este instrumento pode proporcionar uma compreensão do cenário de interação simbólica no qual as pessoas interagem.
Dominando certos conhecimentos e técnicas em psicologia, um gestor pode compreender o impacto do trabalho sobre a subjetividade de seu colaborador, conduzir mudanças, negociar; pode trabalhar seu diálogo de modo a se fazer entender de maneira mais eficiente e eficaz, e solucionar conflitos, bem como pode compreender as adversidades que permeiam seu cotidiano de maneira madura e resiliente.
Assim, sendo você um gestor, um administrador, ou um colaborador de certa empresa; caso queira conhecer e compreender alguns fenômenos que ocorrem no contexto das organizações, os achados da psicologia podem lhe ser bastante úteis para lhe proporcionar uma consciência a cerca do modo geral como os indivíduos se relacionam e sentem as influências do ambiente.
Todavia, deve-se atentar que a subjetividade humana é um sistema bastante complexo, e que os conhecimentos em psicologia apenas permitem um saber holístico de alguns processos psicológicos básicos. Porém, a melhor maneira de se conhecer o próximo, é ter empatia por sua experiência individual e buscar compreender a ótica sob a qual ele enxerga a vida.


 Fontehttp://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/psicologia-e-administracao-poderosas-ferramentas-para-qualquer-gestor/75758/

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Estudos em psicologia mostram que a primeira impressão é a que fica




Julgamentos iniciais sobre uma pessoa dificilmente são desfeitos. Mesmo que outras informações contradigam a opinião formada no primeiro momento, ela continua se impondo por muito tempo.

Basta uma fração de segundo — e não é modo de dizer — para se formar a primeira impressão sobre algo ou alguém. Em um espaço de tempo mais curto que uma piscadela, o cérebro humano constrói imagens difíceis de serem desmontadas posteriormente. Pesquisas apresentadas neste mês no congresso anual da Sociedade de Psicologia Social e Personalidade dos Estados Unidos indicam que o poder das ideias moldadas no momento em que se bate o olho sobre uma pessoa é tão forte que nem mesmo os fatos são capazes de desmenti-las facilmente.
“Quanto menos tempo temos para emitir um julgamento baseado no que vemos, mais propensos seremos a confiar no que dizem nossos instintos”, conta Nicholas Rule, pesquisador da Universidade de Toronto. O psicólogo realizou um estudo para avaliar o potencial da primeira impressão a respeito da sexualidade e constatou que, se ela for de que uma pessoa é gay ou hétero, será difícil convencer do contrário, mesmo que novos dados demonstrem o contrário depois.

Rule mostrou a 100 indivíduos as fotos de 20 homens, tanto heterossexuais quanto homossexuais. “Nesse momento, os participantes já emitiam seu julgamento, somente baseados na interpretação que faziam das fotos”, explica o psicólogo. Depois disso, os pesquisadores diziam qual era a orientação sexual de cada um dos retratados. A informação era passada várias vezes, dando a chance de os voluntários memorizarem a orientação de cada pessoa retratada. Em seguida, as fotos eram misturadas e apresentadas novamente, em um ritmo mais rápido. “Mesmo tendo sido informados sobre a orientação sexual correta dos homens nas fotos, nessa hora, os participantes se deixavam levar por seus instintos, apontando as pessoas como gays ou héteros, não com base no que havíamos dito a elas, mas na primeira impressão que tiveram”, relata.



Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/02/23/internas_cienciaesaude,490934/estudos-em-psicologia-mostram-que-a-primeira-impressao-e-a-que-fica.shtml

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Projeto da Universidade Estadual da Paraíba do Departamento de Psicologia ganha prêmio internacional

Um trabalho desenvolvido pela professora Railda Fernandes Alves, do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), sobre cuidados paliativos, rendeu à docente a conquista de um prêmio internacional na área de Psicologia da Saúde.














A professora foi agraciada com o prêmio “Investigador de Mérito”, outorgado pela Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde (SPPS). Apenas três pesquisadores em todo o mundo ganharam o prêmio, sendo que a professora Railda foi a única brasileira a conquistar o certificado. Ela recebeu o prêmio durante o 10º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, realizado entre os dias 6 e 8 de fevereiro, na Universidade Fernando Pessoa, em Portugal.
Railda Fernandes apresentou o artigo “Saberes e práticas sobre cuidados paliativos para psicólogos atuantes nos hospitais de Campina Grande”. O trabalho foi resultado de uma pesquisa que a professora realizou em hospitais de Campina Grande. Na pesquisa, ela constatou que os psicólogos da cidade conhecem os métodos paliativos, mas têm dificuldades em aplicá-los. A pesquisa mostrou ainda a falta de integração entre psicólogos e equipe médica. Falta compreensão e mais valorização da pessoa do psicólogo. Além do mais, a falta de humanização é um problema na rede de saúde da cidade com profissionais.
O 10º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde reuniu pesquisadores do Brasil e de vários países da Europa. O tema do congresso foi “Tendências em Psicologia da Saúde: Contextos e Interdisciplinaridades”. A professora Railda Fernandes Alves participou do evento integrando a comissão científica. Ela avaliou trabalhos, coordenou mesas e apresentou comunicações.
A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UEPB, professora Maria José Lima, afirmou que a conquista do prêmio pela professora Railda reflete a qualidade dos trabalhos apresentados pelos professores da UEPB. “Está de parabéns a professora por representar tão bem a UEPB em mais um congresso internacional”, destacou.





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Psicologia Esportiva: Quando sobra talento, mas falta psicologia

Bom dia, amigo leitor.E agradeço sempre a oportunidade que recebi dos diretores desta casa e também recíproca do público, que tem interagido e sugerido temas muito melhores dos que eu poderia “captar” sozinho.

Falando nisso, você que me acompanha nestes textos tem percebido que temos falado hora de saúde e qualidade de vida, e em outros momentos dos esportes em geral. E a escolha do tema de hoje especialmente une essas duas questões, saúde e esporte. Vou falar de duas paixões que, quando se unem podem acabar com a vida e a carreira de um atleta: A bebida e o futebol.

Final do mês passado completou 31 anos da morte de Mané Garrincha. Era imbatível dentro dos campos, mas não foi capaz de lutar contra o álcool. Faleceu aos 49 anos por conta de uma cirrose hepática. Se não fosse isso poderia estar até hoje da mesma forma que o Pelé está, ou seja, firme. Isso me fez refletir e pesquisar se agora, após 30 anos, as coisas são diferentes. Bem, em uma pesquisa produzida por uma grande revista de esportes junto a 105 jogadores de grandes clubes do país, 42% dos entrevistados afirmaram que bebem pelo menos uma vez por semana.

Por outro lado, um estudo feito com pessoas normais (não atletas) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que 54% consumiam álcool regularmente. Agora voltando a falar dos atletas, mais especificamente dos jogadores de futebol, essa estatística é muito alta, principalmente se formos analisar que são atletas e pelo menos em tese deveriam ser mais disciplinados. Mas é aqui que está o problema, eles foram disciplinados um dia, antes de conhecer o álcool, caso contrário não tinham se tornado jogadores profissionais. Ninguém que não seja disciplinado consegue vaga pra jogar num clube profissional, pela quantidade de jogadores tentando, já que ser jogador de futebol é o sonho de 7 entre 10 meninos em nosso País.

Então quem fala que a causa do problema do jogador que bebe é a falta de disciplina está errado. A falta de disciplina é uma consequência de uma outra causa: o vício do alcoolismo, ou talvez a doença do alcoolismo, se formos encarar o problema bem de frente.

O que falta mesmo para essa classe em nosso País é a Psicologia Esportiva. Porque o jogador não é preparado para lidar com o sucesso, nem com o fracasso. Logo que o garoto começa a jogar num time maior e ganhar um salário melhor, ele faz o contrário do que deveria fazer. Deveria guardar seu dinheiro e focar pra ficar para buscar vaga times melhores e ter seu passe valorizado.

Ao invés disso ele já assume a prestação de um carro importado, se enche de correntes de ouro e conhece o mundo das baladas, das mulheres. É aí que ele vende a sua alma ao álcool (aqui qualquer semelhança não é mera coincidência). Os grandes clubes estrangeiros sabem disso e investem em bons psicólogos para seus atletas, por conta disso podemos observar que parecem mais frios até mesmo nas comemorações, mas na realidade isso é controle emocional. Estão preparados pra ganhar ou perder, dentro ou fora de campo e isso inclui não perder para os vícios também.

Até amanhã!


Fonte:http://www.parana-online.com.br/colunistas/364/101284/

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